Eles existem!
E estão espalhados por aí!
Mas eu não estou nem aí pra eles, rs.
Tem gente que fala mal, que mete a boca, diz que é tudo armação da Globo, que quem tá lá é porque tem contato lá dentro, que não tem credibilidade, que aquilo tudo é muito sem graça, e mais um rosário de lamentações contra o inegável sucesso que faz esse programa.
Eu entendo as razões deles, tenho praticado muito a tolerância.
Mas... é que nós, pertencentes à raça humana, somos seres muito curiosos. Não resistimos a dar uma espiadinha.
E é muito interessante observar pessoas até então desconhecidas convivendo hum, pacificamente, confinados em uma casa, sabendo que são observados.
Hoje eu não tenho muito o que dizer, porque de quarta não acontece nada no Big Brother e eu não tenho o 24h. Ainda bem que eu não tenho, senão seriam 24h prestando atenção no que acontece na casa, e eu estou em um momento de busca material muito grande, não posso me dar ao luxo de dispor desse tempo...
Vou apenas comentar a polêmica que saiu no site do Terra, sobre a Thalita ter sido ameaçada de expulsão pela organização do programa. Eu entendo a direção, a moça realmente é do babado, mas eu não entendi o motivo... porque ela foi dizer pra Ju que ela não ia mais para o paredão, que estava se formando um complô que foi desfeito. Historinha mais mal contada, essa. O que tem demais isso, gente? Se alguém entendeu, me esclareça por favor!
O Marcelo é um sossego, né? Eita pessoa fofa! Disse que não se incomoda de dormir lá fora, pra ele parece que tá tudo lindo!
Aliás, tem uma fila de amigos já me pedindo pra apresentar quando ele sair. Hello! O moço tá comprometido! E eu que não serei louca de armar pra separar ninguém de ninguém, separações são muito doloridas.
Agora eu. Dessa vez, decidi não mais falar sobre a minha separação, que virou o meu amor não correspondido. Poderíamos falar sobre qualquer coisa: o aquecimento global, a febre amarela, o rumo que toma a novela das oito, a receita da torta de legumes, a nova balada que abriu em Rio Preto, o preço do macarrão ou sobre o esquema de funcionamento de um carburador. Qualquer coisa, menos sentimentos. Chega de ficar me lamentando, chorando e sofrendo, chega de gerúndios de qualquer espécie.
O lance agora é enfrentar a vida.
Vou falar então que ontem foi a primeira vez em muito tempo que eu chorei copiosamente e, pasmem: não foi por causa do ser amado!!!
Foi porque, em um dia atípico de trabalho, eu e meu chefe ficamos assistindo a segunda jornada da minissérie "Hoje é dia de Maria". Sei que também tem muitos hojeédiademariofóbicos, acho até que eu já fui uma, por não gostar muito do surrealismo presente. Mas já fui, isso já era, isso é passado. Estou deveras apaixonada pela trajetória da menina linda que busca apenas encontrar o mar, e um mundo com mais amor pra se viver. Suas aventuras, suas descobertas, suas amizades... até suas decepções são lindas demais, apaixonei. Comovente mesmo, chorei feito uma besta, e, olha, é difícil a ficção me causar tanto impacto. É que às vezes, nem parece ficção.
Recebi a encomenda de escrever um texto de teatro sobre a minissérie, ontem fui ver do que se tratava. Achei que essa encomenda fosse apenas mais um trabalho, mas descobri, lisonjeada, que adaptar tão belo texto é mais que um trabalho, é um presente...
Se você não viu, corre alugar. É imperdível. Impagável.
Mas, acima de tudo... emocionante...
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
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